Porque é que a sua expansão internacional de tecnologia em 2026 está a falhar (e como o Trade Finance resolve o problema)

14 de janeiro de 2026

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A nova “Armadilha de Capital” na aquisição de IT

Expandir a sua infraestrutura digital entre o Brasil e Portugal deveria ser um marco estratégico. No entanto, para muitos CFOs, transforma-se numa verdadeira Armadilha de Capital — liquidez retida na alfândega, imobilizada em complexidades de IVA/ICMS, ou corroída pelo risco cambial antes mesmo de o primeiro servidor entrar em produção.

Os fornecedores tradicionais de IT vendem hardware. Os bancos tradicionais vendem crédito. Nenhum está desenhado para a interseção entre Alta Tecnologia e Alta Finança que caracteriza grandes projetos de IT no corredor luso-brasileiro. Quando investe 500 mil euros em infraestrutura para um novo escritório em Lisboa ou um data center em São Paulo, não está apenas a comprar equipamento — está a desencadear uma operação financeira internacional complexa.

Onde a sua expansão começa a falhar

Existem três formas principais através das quais uma expansão tecnológica internacional em 2026 perde valor, de forma silenciosa, antes do go-live.

Volatilidade cambial

A taxa de câmbio BRL/EUR pode variar de forma significativa nos 45 dias entre a encomenda, o transporte e o desalfandegamento. Margens que pareciam sólidas na fase da ordem de compra podem evaporar rapidamente. Este intervalo é suficiente para transformar um bom projeto num investimento marginal.

Falhas de liquidez

O pagamento antecipado de 100% ao fornecedor de hardware cria um vazio de fundo de maneio que pode durar meses. O capital fica preso em mercadoria em trânsito, retida no porto ou ainda em fase de instalação, enquanto outras iniciativas estratégicas ficam sem financiamento.

Ineficiência fiscal

Sem a estrutura adequada, acaba por pagar direitos aduaneiros e IVA acima do necessário — valores que poderiam ser otimizados através de instrumentos especializados de trade finance. Num corredor altamente regulado como Portugal–Brasil, ignorar a arquitetura fiscal e aduaneira representa um impacto recorrente e evitável nos retornos.

De centro de custo a ativo gerido

É precisamente esta lacuna que a Eternal Falcon resolve: não se limita a movimentar equipamentos, mas estrutura financeiramente toda a transação associada. Ao integrar a aquisição de IT com soluções de trade finance, o investimento em infraestrutura deixa de ser um simples centro de custo e passa a ser um ativo gerido, com riscos, prazos e impactos fiscais devidamente estruturados.

Em vez de tratar a compra de equipamentos como um evento pontual de CAPEX, todo o ciclo — encomenda, transporte, desalfandegamento, instalação e ramp-up operacional — passa a ser financiado, monitorizado e otimizado. É aqui que a experiência luso-brasileira e a engenharia financeira se refletem diretamente na demonstração de resultados e nos fluxos de caixa.

Três formas de a Eternal Falcon proteger a sua expansão

1. Cartas de Crédito como ponte financeira

As Cartas de Crédito (LCs) garantem que o fornecedor só é pago após a verificação da mercadoria, enquanto a sua empresa preserva liquidez por mais tempo. Este mecanismo reduz o risco de execução do fornecedor e do transporte, ao mesmo tempo que suaviza a curva de fundo de maneio.

2. Otimização de IVA e fiscalidade no corredor

Com mais de 20 anos de experiência no eixo Portugal–Brasil, a Eternal Falcon estrutura importações fiscalmente conformes e eficientes em termos de capital. O objetivo é minimizar encargos desnecessários com direitos e IVA, sem comprometer o rigor regulatório.

3. Financiamento ao longo do ciclo do projeto

Os pagamentos são alinhados com marcos reais do projeto. Paga à medida que o valor é entregue — e não meses antes. Desta forma, o perfil de liquidez acompanha o progresso efetivo, desde a chegada do hardware ao porto até à plena operação no novo escritório ou data center.

A vantagem competitiva em 2026

Em 2026, a velocidade só é uma vantagem competitiva se não comprometer liquidez nem margens. As empresas que vencerão a corrida digital entre o Brasil e Portugal serão aquelas que encaram a expansão internacional de IT não apenas como uma decisão tecnológica, mas como uma transação financeira cuidadosamente estruturada.